Manifesto em quatro atos

Representatividade Feminina no STF

Este site conta uma história objetiva: onde estamos, por que o risco já é atual e qual compromisso mínimo precisamos exigir na próxima vaga do STF.

ALERTA CÍVICO: com apenas uma ministra em atividade, o risco de apagão de representatividade já existe hoje.

  • Diagnóstico: regredimos ao patamar de apenas 1 ministra entre 11 cadeiras no Supremo Tribunal Federal.
  • Risco: a janela até 2029 é curta e qualquer afastamento antecipado pode levar a representatividade feminina à extinção na Corte.
  • Ação: assegurar que a próxima vaga disponível seja ocupada por uma mulher, retomando o recorde histórico de duas ministras ativas.

Ato 1: de onde vem o risco

O STF existe desde 1891 e só teve a primeira mulher em 2000. Esse intervalo histórico ajuda a dimensionar o risco atual.

Cronologia de ocupação de ministras no STF
Ministra Início Fim Observação
Ellen Gracie 2000 2011 Primeira mulher no STF, 109 anos após a criação do Tribunal. Após se aposentar, foi substituída pela ministra Rosa Weber.
Cármen Lúcia 2006 Atual ministra. Se aposenta em 2029 e precisa ser substituída por outra mulher para manter a representatividade.
Rosa Weber 2011 2023 Terceira mulher no STF e primeira a não ser substituta por outra mulher.

Ato 2: o que acontece sem reação publica

A linha cinza mostra o histórico (2000 até hoje). A vermelha pontilhada mostra o risco de extinção em 2029. A verde pontilhada mostra a rota da campanha para retomar o mínimo civilizatório de 2 ministras.

Ato 3: evidências públicas

Fontes jornalísticas e institucionais que sustentam o diagnóstico e o chamado do manifesto.

Ato 4: compromisso mínimo da campanha

A campanha Mais Uma No STF defende um objetivo imediato e concreto: que a próxima vaga do STF seja preenchida por mais uma mulher, para manter ao menos duas ministras na Corte e preservar o recorde histórico já alcançado. Nesta fase, esse patamar é tratado como mínimo civilizatório, com base em dados públicos sobre composição do Tribunal.

O foco público é simples: informar, mobilizar e pressionar por uma indicação feminina na próxima vaga. O registro de apoio está disponível em /apoios/assinar e exige login com uma conta do Google.